Férias na Europa: o roteiro personalizado do casal Danilo e Carol por Portugal, Espanha e Holanda

Atualizado por em 14/09/2017

Manuela Colla

Quem não sonha em tirar suas esperadas férias na Europa? Danilo e Carol, que já viajaram com nossos roteiros personalizados em 2014, resolveram voltar ao Velho Continente em suas férias do trabalho para conhecer países e lugares onde não haviam estado. Bora saber como foi?

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O roteiro

Nosso roteiro de férias na Europa foi bem balanceado. Iniciamos com Portugal (Lisboa), fomos à Espanha (Madri e Barcelona) e terminamos na Holanda (Amsterdã). No total ficamos 18 dias, incluídos dois dias de deslocamento. A sequência das cidades funcionou bem, pois começamos com um lugar menos diferente da nossa realidade (Lisboa – tanto pela língua, quanto pelo prévio conhecimento) e fomos gradativamente alterando a adaptação (Madri e Barcelona – duas cidades bem diferentes entre si) até chegarmos à Amsterdã, que é bem diferente da nossa realidade aqui no Brasil. Isso foi importante pois, quando chegamos na Holanda, já estávamos adaptados à viagem em si (acordar cedo, ficar em hostel, usar transporte público, temperatura mais amena…), o que nos permitiu usufruir melhor da viagem.

Outro ponto fundamental foi, desde a saída do Brasil, já decidirmos o tipo de viagem que gostaríamos de fazer. Olhando os sites de viagem e as dicas, tudo é imperdível. Na prática, essa concepção mais atrapalha do que ajuda já que o turista acaba correndo de um ponto para o outro o tempo inteiro para dar tempo de ver todos os pontos turísticos. Na nossa viagem anterior com os roteiros do blog (Londres, Paris e Roma) ficamos correndo bem mais para dar conta de todos os pontos turísticos e chegávamos no hotel exaustos, sem energia até para sair à noite.

Nesta viagem, decidimos focar em alguns pontos/passeios que nos chamaram mais a atenção e não se preocupar com outros que, embora fossem imperdíveis, ficariam para uma próxima viagem. Por exemplo, a cidade de Sintra/Portugal é linda, sendo o passeio dos castelos imperdível. Todavia, optamos por conhecer apenas o Castelo dos Mouros e Palácio Nacional da Pena e aproveitamos o dia caminhando pela cidade, sem preocupação com o horário e a visita de um castelo para o outro e se daria tempo de ver tudo. O resultado disso foi que voltamos mais cedo da cidade e conseguimos ir para o hotel descansar e sair mais tarde. Essa filosofia de viagem nos permitiu ficar mais relaxados e curtir um pouco mais a cidade.

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As cidades

Lisboa – Ficamos em Lisboa de 28 de setembro até 2 de outubro. Na verdade, chegamos no dia 28 pela manhã e saímos às 9h do dia 2. Logo, seriam mais ou menos quatro dias. Pra gente, foi suficiente, pois a viagem foi muito intensa até lá. Ficamos em um bairro bem residencial e com muitas ladeiras (Alfama) o que nos permitiu ter uma visão bem legal da cidade. Também fomos um dia para Sintra. Para nosso roteiro esses dias foram suficientes, todavia, caso quiséssemos fazer outros conhecer mais profundamente Cascais, Fátima e Porto precisaríamos de mais tempo.

Madri – Estivemos em Madri de 2 à 6 de outubro – foram mais ou menos quatro dias na cidade. Neste período, incluímos uma ida à Toledo. O tempo foi suficiente para irmos ao roteiro que planejamos pois ficamos em um hotel muito bem localizado e de fácil acesso. Obviamente, três dias em Madri é pouco para o tamanho da cidade e todas as coisas que poderíamos ter visitado mas, dentro daquilo que planejamos, foi o suficiente.

Barcelona – Ficamos de 6 a 10 de outubro, ou seja, quatro dias. Para o que escolhemos fazer na cidade, foi na medida. Todavia, caso decidíssemos conhecer outros os lugares imperdíveis precisaríamos de mais uns dois dias, já que a cidade é repleta dessas atrações. Mas, para nossa viagem, foi mais que suficiente.

Amsterdã – Por fim, estivemos em Amsterdã de 10 a 14 de outubro. Final de viagem, cidade linda, e quatro dias para gente foi suficiente pra passear.

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Os voos

Cuiabá/Lisboa – Fomos de GOL até o Aeroporto de Guarulhos. Como compramos o trecho internacional saindo de Cuiabá, não precisamos fazer o reembarque em Guarulhos na Área Internacional. Isso nos permitiu ficarmos mais tranquilos e sem carregar nada de malas. Escolhemos um voo com conexão longa em GRU para podermos almoçar, dar um pulo na Duty Free e embarcarmos tranquilamente. Nosso voo até Lisboa foi via AIR FRANCE e tinha conexão em Paris. O voo foi tranquilo e confortável (classe econômica) para uma viagem longa. Chegamos no horário e sem problemas. O aeroporto de Paris estava em reforma, mas conseguimos chegar a tempo para a conexão após passar pela imigração.

Lisboa/Madri – Voo rápido e barato pela IBERIA. Para esses voos low cost curtos apenas se deve atentar ao limite e adequações de bagagens – mas, tirando isso, são ótimos.

Madri/Barcelona – Fomos de Trem da RENFE.

Barcelona/Amsterdã – Fomos de KLM. Aqui ocorreu o único aborrecimento quanto a isso. Ao fazer o meu check-in online descobri que a passagem que tinha comprado não dava direito à bagagem no porão. Assim que descobri tive que reservar a vaga e, na hora, efetuei o pagamento no check-in via cartão de crédito. Esse trecho eu comprei via Smiles, o que me deixou bem surpreso, pois não havia essa opção no site. De qualquer modo, não foi culpa da KLM e o voo ocorreu normalmente.

Amsterdã/Cuiabá – Voltamos de KLM também. Voo tranquilo de volta. Optamos por uma longa conexão em Guarulhos (cinco horas), para podermos passar na Duty Free, jantarmos e reembarcarmos a viagem. Até Cuiabá fomos de GOL.

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As viagens de trem

Fizemos o trecho Madri/Barcelona via trem da RENFE. A experiência foi muito boa. A viagem é curta (2h30min) e a paisagem é bonita. Compramos a passagem adiantada pelo site da RENFE e salvei o cartão de embarque no celular. Na hora apenas mostrei o ticket salvo no “Passbook” do celular e pronto. O site mostra todos os horários e preços das passagens, por tipo de vagão (classe). Optamos pelo Turista Plus (vagão com duas cadeiras de um lado e um do outro) e sem escolha de assento. O embarque e o desembarque foram tranquilos.

Se você quiser fazer como a gente e viajar de trem pela Europa, pode comprar sua passagem antecipadamente por este serviço, indicado pelo blog.

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As hospedagens

Todas as indicações de hospedagem foram certeiras.

Lisboa – Yellow Alfama House – No coração do bairro da Alfama, o bairro das ladeiras e escadas. Fica perto de uma parada do elétrico (bondinho) mas um pouco longe da estação de metrô (Santa Apolônia) e, justamente por isso, sugerimos chegar lá via táxi do aeroporto pela primeira vez. No lugar há várias unidades independentes (cada qual com banheiro, cozinha, geladeira, armários, etc) mas não há recepção. Lá chegando, um rapaz que cuida do local veio nos entregar a chave do quarto e explicar como funcionava a estadia. Achamos o quarto de um bom tamanho e com boas acomodações. No geral o bairro era bem silencioso. Não havia ar condicionado (apenas um circulador de ar) mas isso não foi problema já que, à noite, o tempo era bem agradável.

Madri – Madrid City Rooms O “pensionato” ficava perto da Praça Puerta do Sol, muito bem localizado. Embora não tenha elevador (mas eles dão uma forcinha para levar sua mala pelas escadas), achamos as acomodações muito boas. Um dos pontos altos, aliás, é a vedação ao barulho que as janelas do quarto possuem, o que te possibilita dormir bem e sem essa preocupação. Cada quarto seu cartão e código para digitar na entrada do prédio, o que te possibilita entrar independentemente do horário da recepção. O staff, aliás, nos deu várias dicas sobre o funcionamento das atrações da cidade.

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Barcelona – Hostel Rodamón  Nossa primeira experiência em hostel foi excelente. Ele fica ao lado de uma estação de metrô (Diagonal) e próximo de vários pontos turísticos da cidade (La Pedreira está a duas quadras). Pegamos um quarto duplo apenas para nós dois (beliche de solteiro) com banheiro coletivo. Tínhamos um certo medo principalmente sobre a questão do banheiro, mas tudo é muito limpo e organizado, o que fez com nossa estadia fosse ótima. Lá havia gente de todos os lugares do muito. A área comum era muito boa (terraço), sendo que o hostel disponibilizava café da manhã bom e ainda havia máquina de lavar e secadora (fundamental para quem viaja muito tempo). Uma das atendentes, inclusive, fala português.

Amsterdã – CityHub Amsterdam – “Futurístico” talvez seja o melhor adjetivo para esse hostel. Você faz o check-in diretamente no terminal de entrada, e ganha uma pulseira com um chip que te permite entrar e sair do teu quarto e ter acesso às áreas comuns e aos armários. Cada quarto/cabine é relativamente pequeno, dispondo de uma cama e um lugar para guardar as malas – todavia, o hostel disponibiliza armários para guardar outras coisas. Há um bar, em que você pode se servir passando a pulseira e debitando o gasto na sua conta (que você paga quando sai). Em cada quarto, há um sistema de luzes e música que você controla do aplicativo do seu celular. Os banheiros são espaçosos e limpos e eles ainda te dão um roupão para usar no trajeto quarto-banheiro. Eles também te oferecem o uso de um Hub de internet móvel para você usar durante sua estadia, o que te ajuda muito para andar na cidade. Show de bola!

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Como chegamos aos hotéis

Lisboa – Fomos de táxi do aeroporto até a hospedagem. Decidimos ir de táxi e não metrô porque vimos que a estação era meio longe do hotel e, como já tínhamos lido que o bairro era cheio de ladeiras e vielas, deduzimos que isso iria dificultar subir com as malas. Além disso, em todos os sites que visitamos, vimos que o táxi em Lisboa não era caro. No total, pagamos 13 euros (eu achei barato). Na nossa saída, porém, fomos de metrô até o aeroporto.

Madri – Compramos um tíquete para duas pessoas e fomos de metrô. O aeroporto de Barajas é longe, mas como chegamos em um domingo, não havia muita gente. O único dissabor foi que uma das linhas que passava diretamente aonde estávamos hospedados estava fechada, o que fez com que tivéssemos que ir por um caminho diferente do que tínhamos visto na internet. Apesar da demora (e das escadas), foi tranquilo. Na saída fomos a pé até a estação de trem.

Barcelona – Chegamos de trem e fomos de metrô até a estação Diagonal, que ficava bem próxima do hostel.

Amsterdã – Pegamos o trem do Aeroporto Schiphol (compramos o bilhete no aeroporto mesmo) e paramos na primeira estação (Lelylaan Station). De lá, compramos um bilhete para ir de TRAM (bonde) em direção à Central Station (linha 17). O próprio hostel indica no site deles como chegar lá.

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Transporte

Lisboa – compramos um tíquete de metrô de dez passagens para cada um (Lisboa VIVA), o que nos permitiu rodar bem, já que a passagem é integrada com ônibus e comboios. Caminhamos bastante em Lisboa, mas esses cartões foram úteis para percorrer distâncias mais longas. Dentro da cidade utilizamos apenas no primeiro dia o táxi, mas foi apenas porque estávamos muito cansados.

Madri – compramos tíquetes para duas pessoas também com dez passagens (T-10) para cada um. Pra gente, esse esquema funcionou tranquilamente, e era mais barato comprar de uma vez.

Barcelona – compramos tíquetes de dez viagens para ambos. Apenas para o aeroporto precisamos comprar um outro tíquete mais caro, já que se tratava de outra região.

Amsterdã – compramos apenas os bilhetes integrados de 24 horas ao chegar e sair da cidade, além da passagem do trem. Como o valor é elevado comparado às outras cidades e queríamos caminhar bastante, usamos o transporte coletivo apenas no dia que chegamos e nas 24 horas anteriores à nossa saída.

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Ingressos antecipados

Compramos ingresso antecipado para atrações em Barcelona e em Amsterdã. Valeu a pena, pois evitamos filas. No entanto, há atrações como a Sagrada Família em que a venda é feita quase que exclusivamente pela internet, logo, mais que valer a pena, a compra de ingresso antecipado é obrigatória.

Em Barcelona compramos para a Sagrada Família e em Amsterdã para o Van Gogh Museum e o Riijksmuseum. Mas isso foi porque apenas fomos a esses lugares. A regra é, se você sabe quando vai, e aonde quer ir, compre as entradas adiantadas pela internet. Além de evitar filas, esse gasto não vai entrar na sua média de dinheiro para viagem, o que te permite gastar com outras coisas.

Ingressos de atrações turísticas podem ser comprados diretamente no site de cada atração ou então todos em um único lugar e uma única compra.

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Seguro de viagem obrigatório

Adquirimos o seguro assim que compramos as passagens, o Rogério nos orientou, mas não precisamos utilizar. Se você está pensando em viajar pra Europa, confira este post sobre o seguro viagem, sua obrigatoriedade e dicas.

Os procedimentos de imigração

Como nosso destino (Lisboa) e nossa conexão (Paris) eram cidades do Tratado de Schengen, fizemos a imigração na França. Não nos foi perguntado nada além do nosso destino final, apesar de estarmos munidos de todos os documentos para comprovar nossa estadia temporária a passeio. Acreditamos que isso tenha ocorrido em virtude do nosso passaporte já ter sido carimbado anteriormente.

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O clima durante a viagem

Lisboa e Madri bem quentes durante o dia com temperatura amena mais a noite. Barcelona foi, em geral, quente (tempo nublado e um dia de chuva), com queda de temperatura à noite. Em Amsterdã, pegamos tempo frio (ainda mais para quem mora em Porto Velho), com máxima de 12 graus.

Avaliação da consultoria

A consultoria é essencial no tocante à parte operacional da viagem (quantidade de dias, transporte aéreo/terrestre, hospedagem, o que levar, quanto levar, etc) que é para muitas pessoas a parte menos interessante da viagem. Na teoria, viajar para Europa é maravilhoso, imperdível, mas as pessoas se esquecem que um voo em uma companhia ruim (apesar de mais barato) incomoda muito mais que uma fila em uma atração turística; que um hotel ruim é infinitamente pior que um restaurante ruim; então é nessas horas que quem não tem experiência em viagens precisa de um apoio. Ainda mais quando a língua é uma barreira e você mora em uma cidade pequena e vai para uma grande cidade europeia. Dessa vez, não perguntei tanta coisa como da primeira vez, mas poder perguntar diretamente a alguém que sabe do que está falando e para quem está falando, pelo menos para gente, foi tranquilizador já que muitos blogs pela rede têm informações já defasadas (inclusive alguns parecem que apenas copiam outros).

A viagem foi muita boa. Saldo muito positivo. Dessa vez, embora ansiosos, tínhamos mais noção do que esperaríamos e essa experiência nos permitiu ficarmos mais tranquilos no decorrer da viagem. Não trocaria nada.

Danilo e Carol
Porto Velho/RO
Data da viagem:  outubro de 2016

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Dicas para outros viajantes

Lisboa

Sorveteria Giallo – Adoramos sorvete e essa sorveteria artesanal está entre uma das melhores que já comemos. Sabores diferentes e produção feita no local. Fica próximo do Museu do Fado – Largo do Chafariz de Dentro, 36 (quase em frente, um pouco mais a direita).

Honorato Hamburgueres Artesanais – Descobrimos esse hambúrguer artesanal no Mercado da Ribeira (perto da Estação Cais do Sodré) e gostamos bastante. Eles próprios se proclamam “o melhor hambúrguer de Portugal”.


Oceanário de Lisboa – programa para pessoas de todas as idades. Nunca havíamos ido a nada do tipo e achamos a experiência muito interessante. Vale a pena!

Red Frog Speakeasy – Bar especializado em drinks. Local discreto, decoração temática e atendimento excelente. Para você entrar no local, deve bater na campainha e a porta se abrirá. Detalhe interessante é o sapo vermelho na frente do bar que entrega sua localização. Rua do Salitre 5A – Lisboa (em frente à embaixada da Espanha).

Restaurante Páteo 13 – Restaurante tradicional no coração da Alfama (próximo à Sorveteria Giallo, aliás). Comida boa, tradicional e barata. Calçadinha de Santo Estevão (no início da Rua da Regueira).

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Madri

El Tigre – Bar de Tapas – Simples, prático e fora do circuito dos turistas. A ideia é simples: você pede uma caña (cerveja) ou uma sangria e eles te oferecem uns tapas/pinchos (petiscos) para ir beliscando. Bar ideal para o happy hour. Obviamente que o petisco em si não é nada de especial, mas para excelente para “tapear”. Fica na Calle Infantas, 30 28004.

Catedral Primada de Toledo – Em Toledo, esse é o ponto alto da cidade. Ela não está incluída no circuito abrangido pela pulseira turística (bono turístico) mas é um lugar de ficar boquiaberto. Imperdível. Fica na Calle Cardenal Cisneros, 1. 450002.

Restaurante Sobrino de Botin – Restaurante histórico, com direito à experiência completa no subsolo. É necessário reservar (dá para fazer pelo site sem complicações). O carro chefe é cochinillo assado. Fica na Calle Cuchilleros, 17 (mais ou menos perto da Plaza Mayor).

Museu do Prado – A visita é gratuita no Museu do Prado de segunda a sábado 18h-20h e domingos/feriados 17h-20h. Por óbvio que o período fica meio curto para explorar tudo de maneira aprofundada, mas chegando cedo você consegue conhecer a prestigiar as principais obras gratuitamente.

Ver um jogo do Real Madri no Santiago Bernabeu – Ver um jogo do Real Madri não estava nos planos mas acabou que conseguimos. Quando saímos do Brasil descobrimos que teria um jogo do Real Madrid no dia em que chegaríamos na Espanha, olhamos no site, mas só havia ingressos muito caros. Um dia antes, porém, no site do próprio Real Brasil já estavam disponíveis os ingressos mais baratos (35 euros). Todavia, não conseguimos comprar pela internet. Chegando em Madri, deixamos as malas e fomos de metrô, em direção ao estádio tentar comprar na hora. Para nossa surpresa quase não havia fila e havia vários ingressos disponíveis dos sócios que não confirmaram presença. Achei que era impossível conseguir mas acabou sendo bem tranquilo ir ao jogo.

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Barcelona

Compre o guia do Passaporte BCN – Esse site é indicação do Rogério e tem um guia excelente que irá te ajudar a conhecer as peculiaridades de Barcelona, aonde, literalmente, há obras arquitetônicas a cada esquina. Nele há 15 roteiros diferentes que você pode fazer com todas as explicações de cada obra já que Barcelona é arquitetura pura. Melhor investimento.

A Sagrada Família – Compre pela internet a entrada com o áudio-guia (obrigatório, caso contrário você não vai entrar), programe-se e fique embasbacado com a grandiosidade da obra de Gaudí. Vale a pena.

La Pedrera (Casa Milà) – Edifício desenhado por Guadí, um dos grandes patrimônios de Barcelona. Fica no Passeig de Grácia, 92, Eixample de Barcelona. Vale a pena conhecer.

Parc de Montjuïc – Começando no alto do parque (Castelo de Montjuïc), se vai descendo passando pelos principais pontos das Olimpíadas de 1992 como o Museu Olímpico do Esporte, Estádio Olímpico, Anel Olímpico e vendo todo o legado do evento para a cidade. Passa-se pelo Palau Nacional, Font Magica, até chegar na Plaza de Espanya. Em frente a esta há o Centro Comercial Arenas de Barcelona, no qual no terraço você tem uma vista excelente da cidade em 360º.

Parque Güell – Parque repleto de árvores, curvas e cores… Mais uma da obra de Gaudí. O acesso ao parque em si é gratuito e nele você consegue ter uma vista linda da cidade. Uma dica importante é ir com um calçado confortável pois a caminhada é longa. Embora parte do parque seja gratuita, a parte famosa da obra do arquiteto é paga e é recomendável comprar antecipadamente no site oficial da atração, já que, assim como nos demais locais da cidade, há um limite no número de pessoas por horário.

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Amsterdã

Passeio de Barco pelo canal – No início achamos que era muito turístico, mas o passeio vale muito a pena pois acompanha um áudio-guia contando a história da cidade e dos canais. O passeio dura mais ou menos uma hora e há vários pontos de embarque na cidade.

Cervejaria Gollem – Cervejaria holandesa com vasto cardápio de cervejas e bom atendimento. Foi o primeiro lugar que fomos jantar quando chegamos na cidade. Boa experiência. Fica no Overtoom 160-162, 1054 HP. No Guia Ducs de cervejas de Amsterdã, você encontra outras boas dicas de cervejas bacanas pra beber em Amsterdã!

Winkel – Outra boa dica do site DucsAmsterdam, é tida como a melhor torta de maçã da cidade. Não somos especialistas em torta de maçã, mas essa era muito boa! Local simples e pequeno na beira do canal. O endereço é Noordermarkt 43, 1015 NA.

Museu Van Gogh – Antes de nada, compre pela internet a entrada. Dica melhor ainda: compre o primeiro horário de visitação, pois além de ter o museu mais tranquilo, você consegue dar um pulo ali perto para tirar a foto junto ao famoso “IAmsterdam”. Sugerimos comprar o áudio-guia também para conhecer a história do famoso pintor que é símbolo da Holanda.

Butcher – Estávamos procurando uma cerveja na loja Bierkoning (muito boa aliás, tipo um armazém com cervejas de todos os tipos), e encontramos ali do lado o The Butcher, local onde comemos um hambúrguer artesanal excelente feito na hora. Há outros endereços na cidade, mas esse fica na Paleisstraat 14, 1012 RB.

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2 Comentários

  1. Boa tarde. Adorei o post e as dicas!
    Gostaria de saber qual o valor mais ou menos gasto nessa viagem toda? De passagens, estadia e etc.
    Só para ter uma base.
    Obrigada

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    • Manuela Colla

      Oi, Samantha!

      Quantos aos gastos da viagem é meio complicado mensurar mas em uma conta aproximada poderia dizer entre 25 mil para as duas pessoas, dentro do perfil de viagem que ficou demonstrado no post.

      Atualmente a cotação do euro melhorou o que implicaria numa diminuição do total caso essa viagem fosse feita agora já que as parcelas mais caras (passagem e estadia) foram baseadas no euro.

      Abraço!

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