Roteiro de 5 dias de viagem para Santiago e arredores

Atualizado por em 30/01/2017

Manuela Colla

Estive no Chile há algum tempo atrás e, olhando as fotos, bateu uma saudade daquele lugar incrível e paisagens maravilhosas… Resolvi, então, compartilhar o roteiro de 5 dias de viagem para Santiago e arredores para contar um pouco do que fiz por lá!

Roteiro de 4 dias de viagem para Santiago_dest_Viajando bem e barato

Estive no Chile no auge do inverno, em junho, e consegui pegar bons dias por lá – por incrível que pareça! – só muito frios, mas nada a que eu já não estivesse acostumada. Eu nunca tinha visto neve de perto, então era um dos meus desejos por lá um passeio pelo Valle Nevado!

Também sou uma grande fã de Pablo Neruda e minha maior prioridade do roteiro de quatro dias que fiz por lá era conhecer as três casas onde ele morou – La Chascona, La Sebastiana e Isla Negra. Mas confesso que não estava preparada pro nível de apaixonamento que o país me provocaria com sua cultura incrível, gastronomia deliciosa e povo extremamente hospitaleiro!

Roteiro de 5 dias de viagem para Santiago e arredores

Viajamos eu e três amigos saindo de São Paulo pela TAM num voo super tranquilo e sem qualquer percalço. Chegamos por volta das onze da noite em Santiago e pegamos um táxi até o bairro Providencia, onde ficava o apartamento do amigo brasileiro que nos receberia naquela semana, o Dani.

No outro dia, pulamos da cama cedíssimo, com um mapa de Santiago do Chile porque a missão, pro nosso primeiro dia na cidade, era caminhar, e caminhar muuuuuuito! Fiz essa viagem no esquema low low low budget, então não se espante se não houverem boas dicas de restaurante – o esquema era bater perna pela cidade, comer um lanche, caminhar bastante de novo e jantar em casa! Mas te digo que valeu à pena e foi absolutamente inesquecível!

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Dia 1 – Cerro San Cristóbal e La Chascona

Nesse primeiro dia, estava bem ensolarado e, por isso, queríamos conhecer melhor o bairro onde ficamos (uma delícia e super indico, Providencia é bem residencial e muito bom pra bater perna) e também conhecer o Parque Metropolitano de Santiago – Cerro San Cristóbal. Sabíamos, também, que seria um bom passeio pois a atração fica perto da primeira das casas de Neruda, então unimos o útil ao agradável. 🙂

Achei o passeio imperdível para quem vai a Santiago! Para nós foi uma excelente surpresa, a vista da cidade de Santiago é muito bonita, o passeio é tranquilo e curtimos bastante o jardim japonês que tinha lá dentro também. Subimos até o cume de funicular. A entrada custa CL$3.000,00 pesos por pessoa e a subida e descida de teleférico saiu por CL$2.500 cada um – ele foi recentemente reformado e tem três estações: Inicial, Tupahue e Cumbre. A estação Inicial fica no plano, junto ao acesso de pedestres Pedro de Valdivia Norte, no finzinho desta avenida: dá para vir a pé de Providencia. Nossa caminhada demorou cerca de 15 minutos desde a esquina da avenida Providencia com a Pedro de Valdivia.

Depois de passar pela estação Cume, pegamos o funicular e descemos em direção da primeira casa-museu de Neruda. Mas fique atento: o teleférico do parque funciona somente de terça a domingo, das 10h às 19h (no verão, até as 20h). Crianças e idosos tem preços especiais – veja lista completa de tarifas aqui.

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Enfim, chegamos à primeira casa que o poeta Neruda construiu para sua Matilde Urrutia, que ele chamava de “La Chascona” (ela tinha cabelos ruivos e encaracolados e a palavra quíchua significa ‘emaranhada’). Ele decidiu construir essa casa no bairro boêmio de Santiago para morar com ela, sua amante. Neruda era casado com Delia del Carril e, até 1955, quando o divórcio foi legalizado no Chile, levou uma vida dupla abertamente conhecida com sua paixão “La Chascona”, que era cantora.

A entrada para a casa-museu custa CL$7.000,00 pesos (pra mim, que sou fã dele, valeu cada centavo) e audioguias em português já incluídos no ingresso. Nós fizemos amizade com um guia chileno, também apaixonado pela história do escritor, e preferimos fazer o passeio com ele, que conhecia cada detalhe da casa. O lugar é lindo, cheio de histórias e poesias!

Roteiro de 4 dias de viagem para Santiago_Chascona_Viajando bem e barato

A casa conserva móveis, objetos e parte da biblioteca do escritor – o guia nos mostrou alguns livros com capas trocadas – “Capitães de Areia”, de Jorge Amado, por exemplo, estava embrulhado na capa de um doce romance açucarado para driblar a ditadura que se abateu sobre o Chile por muitos anos.  A casa está em um estado tão impecável de conservação que é difícil imaginar que ela foi invadida e vandalizada durante o golpe militar de 11 de setembro de 1973. Neruda era aliado próximo do presidente deposto Salvador Allende e comunista assumido – o que o tornou um inimigo mortal dos simpatizantes da ditadura de Augusto Pinochet.

Há quem prefira conhecer La Chascona junto do centro histórico da cidade – se você fizer isso, pode ir de metrô: desça na estação Baquedano (linhas 1, vermelha, e 5, verde), atravesse a Costanera, cruze o shopping Patio Bellavista e continue à esquerda pela Constitución. No fim da rua você já verá sinalização para La Chascona, que fica numa ruelinha na encosta do Cerro San Cristóbal.

Depois de sair de La Chascona, caminhamos pelo Bella Vista, entramos em alguns bares até a Estação Santa Lucía e adoramos tirar fotos na vizinhança vibrante e boêmia, cheia de artistas de rua. Uma delícia de bairro!

Dia 2 – Valparaíso e La Sebastiana

No segundo dia, decidimos ir até Valparaíso para conhecer a segunda casa de Pablo Neruda, La Sebastiana. Como já comentei que nossa viagem era low budget, o plano era pegar um ônibus intermunicipal e chegar até lá gastando o mínimo possível (fomos de Viação Pajaritos e a passagem custou CL$2.000,00 pesos). O que eu não sabia é que eu ia simplesmente me apaixonar por Valparaíso que, mais tarde, descobri também ser uma das cidades favoritas de Neruda, que adorava suas ruelas coloridas e sua cultura portuária.

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Eu adorei sair da toda-organizadinha Santiago e cair em Valparaíso sem saber quase nada sobre a cidade – acho que cidades portuárias tem um charme meio “bandido” e, pra quem tem paciência e coragem de desvendá-las, sempre representam gratas surpresas. A cidade também é um pólo gastronômico em ascenção e um casario histórico bem interessante. No dia em que estivemos lá, chovia uma garoa fina mas isso não nos impediu de caminhar bastante.

O trânsito de pedestres entre a cidade baixa (“El Plan”) e os morros se dá por elevadores (“ascensores”). O mais antigo é o Ascensor Concepción, que data de 1883 – claro que foi nesse que andamos para descer até o porto e, depois, para subir até a parte mais alta da cidade e tirar algumas fotos – apesar da garoa, ficaram bonitas. Decidimos almoçar no Café Turri, que tinha uma vista super bonita do porto. Comemos um filete com papas fritas e bebemos um ótimo vinho local, o Oveja Negra – o atendimento é superbom e adoramos o local!

Roteiro de 4 dias de viagem para Santiago_Turri_Viajando bem e barato

Depois, partimos para conhecer a segunda casa-museu de Neruda. La Sebastiana está a 2 km do Cerro Alegre e a 2,5 km da Rodoviária de Valparaíso. Não vale a pena caminhar morro acima – um táxi desde o Cerro Alegre ou desde a Rodoviária de Valparaíso deve sair 5 mil pesos chilenos (o preço deve ser negociado de antemão com o taxista). Nós pegamos um táxi do restaurante até lá pra não enfrentar uma subida tão íngreme depois de um bom vinho, hehe.

A casa é enorme – tem cinco andares! – e possui uma vista belíssima de Valparaíso – dizem que Neruda e Matilde usavam-na mais para ocasiões festivas como a queima de fogos do Reveillón. Pra mim, o mais legal dessa casa são os pequenos objetos espalhados às centenas pelos cômodos: Neruda era um grande colecionador e cada objeto pitoresco parece guardar um pedaço de sua visão de mundo. Tem até um cavalo de um carrossel de Paris lá dentro, acreditam?

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La Sebastiana fica na Avenida Ferrari, 692, e funciona de terça-feira a domingo de 10h10 às 18 horas, entre março a dezembro, e de 10h30 às 18h50, em janeiro e fevereiro. A entrada custa CL$5.000,00 pesos. Para mais informações acesse o site da Fundação Neruda.

Saindo de lá depois de uma tarde de muita cultura, demos uma boa caminhada ladeira abaixo e decidimos voltar à Santiago para planejar nossas investidas do dia seguinte e celebrar o aniversário da Ana, que viajava conosco. Todos nos encontramos no El Toro, bar e restaurante que fica na Recoleta de Santiago, perto do Museu de Belas Artes. A decoração era modernosa, os garçons simpáticos e comemos um ceviche dos deuses – depois de tantos drinks com Pisco, a bebida local, só me lembro de ter feito a foto abaixo do restaurante – mas a experiência valeu à pena! 🙂

Dia 3 – Isla Negra e o Pacífico

No terceiro dia, acordamos mais tarde (ressaca? Imaginaaa…) e fomos até Isla Negra de carro – nosso anfitrião estava de folga no trabalho e decidiu nos guiar até a casa de praia de Neruda – dizem que é a mais linda e a gente concordou! Para quem pensa em fazer como nós, e muito fácil ir de carro: dá 75 km de Valparaíso e 115 km de Santiago. O melhor esquema é alugar um carro (indicamos alugar carro pela RentCars e Rental Cars, duas empresas super confiáveis e com boas taxas) e seguir para Isla Negra sem medo.

É possível também ir por transporte público. Saindo de Santiago, vá ao terminal Alameda (metrô Universidad de Santiago, linha 1) e compre passagem na TurBus a Isla Negra; você deve ser embarcado num ônibus a Algarrobo. A viagem leva duas horas. Saindo de Valparaíso, vá à Rodoviária e procure o guichê da Pullman Bus Lago Peñuelas – a passagem custa CL$3.000,00 pesos por trecho. A viagem leva 1h40.

O Dani, nosso anfitrião, conhecia Isla Negra e, quando entramos na rua de chão batido onde fica a terceira casa-museu, percebi que ali ficava a mais bonita e escondida das três! O terreno, originalmente um sítio, foi comprado por Neruda em 1938. Como em todas as casas-museu de Neruda, não é possível fotografar seu interior, mas essa é a mais linda – confia em mim!

Roteiro de 4 dias de viagem para Santiago_Isla Negra_Viajando bem e barato

Uma vasta coleção de mapas, garrafas, máscaras, conchas, caixas de insetos e borboletas, cômodos com as iniciais “P” e “M” talhadas em madeira… Toda a casa parece uma grande declaração de amor à Matilde, que agora não mais era seu amor proibido! O quarto dos dois é cercado por dois vastos janelões e tem vista direta para o Oceano Pacífico – acho que é o quarto mais lindo que já vi na vida, super aconchegante e romântico!

Depois disso, decidimos caminhar pelos belíssimos jardins da casa e, claro, colocar a mão no Oceano Pacífico (geladíssimo e cristalino). Caminhamos pela praia de areia fofa, tiramos muitas fotos e nos encantamos com a natureza de Isla Negra, um verdadeiro paraíso.

A entrada para a casa-museu de Isla Negra custa CL$5.000,00 pesos e, além da casa, você visita as sepulturas do casal – Neruda morreu em 1973, 12 dias após o golpe de Pinochet, e Matilde faleceu doze anos depois do poeta. Os horários para visitação são: de março a dezembro – terça a domingo de 10h às 18h, de janeiro a fevereiro – terça a domingo de 10h às 20h e a casa fecha às segundas-feiras.

Dia 4 – Valle Nevado 

No quarto dia em Santiago, a ideia era subir o Valle Nevado e tentar esquiar – por isso, desde o nosso primeiro minuto na rua, decidimos ir até a Ski Total para alugar todo o equipamento de que precisávamos para não fazer feio na empreitada “radical” – ninguém sabia esquiar mas decidimos que todos tentaríamos. Mal sabíamos o que estava por acontecer…

Na Ski Total, o equipamento custou CL$20.000,00, mais as roupas e botas especiais para a neve. Se você quiser, pode alugar o equipamento e as roupas no próprio Valle Nevado, mas ouvimos dizer que as roupas lá estão sempre sujas e não quisemos arriscar! Combinamos a subida com um taxista, o Fernando – achamos a van da Ski Total meio cara (CL$9.500,00) e o Fernando nos cobrou 70% desse valor, então resolvemos arriscar. A estrada de subida é tranquila – a estação fica a 60 km de Santiago mas a neve é periodicamente retirada da estrada e Fernando tinha experiência em dirigir na neve, então ficamos tranquilos.

O Valle Nevado é considerado o maior centro de esqui da América do Sul, seguindo os padrões (e os preços) das grandes estações de inverno europeias. Nossos tickets custaram CL$31.000 (crianças até 12 anos pagam 24.000). Para mais informações, acesse o site do Valle Nevado. Depois de entrar, nos trocamos e alugamos lockers para deixar nossas coisas por U$ 5.

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Saímos do alojamento e, DO NADA, começa a cair uma neve pesada… Fernando olhou pro céu com uma cara desanimada e avisou “pode ser uma tempestade se aproximando”. Estávamos tão animados por conhecer a neve que achamos que isso não ia atrapalhar o passeio e fomos direto pros teleféricos que levam os turistas às pistas de esqui. Ali, descobrimos que as pistas do Valle Nevado são super profissionais e, portanto, não indicadas pra quem está aprendendo a esquiar. Fuén! 🙁

Até a neve virar tempestade, curtimos bastante – fizemos bonecos de neve, tiramos fotos, andamos de teleférico pra cima e pra baixo e paramos para almoçar no restaurante que tem no meio de uma das pistas – havíamos sido avisados de que a comida ali era cara e ruim, então levamos nossos próprios sanduíches e almoçamos numa das mesinhas. Não ficamos nada constrangidos, tinha várias pessoas fazendo o mesmo! 😉

Quando a neve começou a apertar, tentamos sair e fazer mais um boneco de neve maaaas… Os ventos ultrapassavam 100 km/h e decimos ficar bem quietinhos dentro do restaurante esse, mesmo. Nunca vou esquecer que não dava pra caminhar sozinha – mesmo estranhos davam o braço para outros estranhos para chegar ao abrigo. Foi uma experiência bem assustadora!

Roteiro de 4 dias de viagem para Santiago_Valle Nevado_Viajando bem e barato

Esperamos o Fernando voltar no horário combinado e, depois de alguma luta para chegar até o táxi, descemos o vale. O trajeto, que na subida foi tão divertido, demorou nada mais nada menos do que SEIS horas. Durante todas essas horas, a estrada foi interditada diversas vezes por risco de deslizamento, então ficamos bem tensos durante todo o tempo, assim como todo mundo que estava na estrada. Nossa única visão durante essas seis horas foram essas duas abaixo:

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Não preciso nem dizer que chegamos em casa super aliviados e cansados… Nosso anfitrião Dani ficou tão triste por não termos aproveitado a neve que prometeu nos levar no dia seguinte para conhecer o vale, caso parasse de nevar e o dia estivesse bonito!

Dia 5 – Cordilheira e Centro Histórico

E assim foi: acordamos bem cedo no dia seguinte e subimos a Cordilheira animados, com uma espumante e petiscos pra curtir o belíssimo dia de sol que se anunciava e pra curtir a neve sem qualquer tipo de ansiedade ou problema. Nosso voo seria somente à noite e ficamos curtindo o local até o meio dia, com direito à muitas fotos e risadas.

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Voltamos para a cidade depois do almoço e decidimos dar uma volta no Centro Histórico (fomos de metrô) pra conhecer o Mercado Público e algumas lojinhas mais antigas por lá – piramos numa de chapéus! Eu sou suspeita pra falar de passeios no Mercado Público das cidades, adoro fazer isso! Acho que a cultura local está viva ali e sempre é um lugar pra experimentar comidas diferentes e conversar com gente real. Além disso, o prédio do Mercado Central de Santiago data de 1872 e foi construído em ferro fundido vindo diretamente da Escócia! Passeio obrigatório na cidade, né? Mas fique atento: ele só funciona até as 15h.

Adoramos caminhar pela sua vizinhança e entrar nas lojinhas cheias de abuelitas e cores – fizemos amizade com algumas senhoras que adoravam brasileiros e só nos liberamos de comer um lanche com elas porque queríamos arrumar as malas! 🙂

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Fazer isso um pouco antes de voltar ao Brasil me deixou com um “gostinho de quero mais” – se pudesse, teria ficado ao menos sete dias no Chile. Não pude dessa vez conhecer as famosas vinícolas e acredito que mais um dia em Santiago teria sido perfeito para conhecer outros bairros onde não estive. Mas, como boa viajante, isso só me estimula a voltar praquele país incrível, limpo e cheio de atrações e gente bacana!

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1 Comentário

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